Apresentação
O Nordeste brasileiro é, simplesmente, o melhor terreno de kite do planeta. Entre julho e dezembro, os alíseos sopram sem parar de 20 a 30 nós, aquecidos pelo sol tropical e acelerados pela geografia do litoral cearense. Percorre-se a pé ou de buggy dezenas de quilômetros de dunas, lagoas virgens e vilas de pescadores transformadas em kite hubs — de Jericoacoara a Atins, de Cumbuco a Icaraí de Amontada, de Taíba a Tatajuba. O kite no Brasil reúne quatro coisas que você não encontra juntas em nenhum outro lugar: confiabilidade do vento (mais de 250 dias kiteáveis por ano no Ceará), lagoas interiores planas protegidas perfeitas para freestylers e iniciantes, oceano aberto com ondas tropicais, e uma cena local excepcionalmente acolhedora que viu nascer toda a geração de profissionais mundiais. É também o destino que democratizou o downwinder: percorrer 20, 50, 100 km de costa deslizando de um spot a outro, empurrado por um vento side-onshore constante. Jericoacoara → Tatajuba → Guriú é um clássico absoluto, Prea → Macapá outro. Nenhum outro destino no mundo oferece essa densidade de spots conectados com vento estável.
